segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Momento de Poesia, kkk!

               Cecília Meireles em seu poema "Motivo" disse: Eu canto porque o instante existe/ e a minha vida está completa./ Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Assim, são os poetas: nem alegres, nem tristes, apenas exprimem seus sentimentos (ou não, kkk) tudo para que o mundo, a vida seja mais bela de se ver e sentir. O poeta é uma pessoa "normal" (o que não é uma regra geral, kkk) que com seus olhos transforma algo simples e corriqueiro em algo belo, em arte.

             Vixe... Fiz esse discurso todo só pra dizer que abaixo tem um poema meu e que ele não -necessariamente- expressa meus sentimentos, kkkk:


Ao seu lado

Estou aqui pro que der e vier

E só não estarei se não quiser

Mas torço pra que queira

É melhor que ficar de bobeira

Queira-me continuamente

E eu - feliz - ficarei eternamente!

sábado, 28 de agosto de 2010

Assunto: Amor... De novo, kkkk!!!

Bom... Já que falei de amor, deixo aqui a música "Segredos" de Frejat (leia-se: pura poesia cantanda). A frase: "Procuro um amor que seja bom pra mim" é dela. Ouçam, mui bela!
Bj grande!

video

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Dando continuidade, digo, soprando fôlego de vida para meu blog

              Hummm... Já estou mais aliviada, criei meu blog e já tenho até seguidores!!! Tudo bem, tudo bem, eu admito que 3 dos quatro são da minha família, mas não deixam de ser seguidores só por esse detalhezinho, não é mesmo? Kkkk. Mas aqui estou novamente, e hoje postarei aqui um texto que escrevi recentemente. A inspiração para criá-lo foi a visualização de diversas frases em msn's de adolescentes relatando amores platônicos e eternos (isso é verídico, kkk). E assim, observando-as, escrevi:

Ps.:A imagem é só pra dar um ar mais romântico (suspiros).

Amor
            Quando se é jovem, mais precisamente adolescente achamos que verdadeiramente amamos e quem sou eu pra dizer o contrário, kkkk. Nos perdemos, nos achamos. Enlouquecemos, enlouc-amamos. Pensamos que nunca mais – se aquele amor do momento acabar – vamos novamente encontrar outro semelhante. Dizemos categoricamente, sem nem pensar no peso dessas palavras: Eu te amo! Procuramos precocemente por aquele pessoa tão certa, tão perfeita. E não sabemos nós que talvez ela nunca chegue. Porque perfeito nem os deuses do Olimpo. Príncipes e princesas só nas produções cinematográficas. Triste verdade. Quem não quereria uma realeza em sua vida, com todas as características inerentes a ela?
            Embrenhamos-nos numa busca desenfreada por aquela pessoa que, de tão especial, nos faz sorrir só de nos lembrarmos dela ou ainda como diz o Jota Quest “Quando penso em alguém é por você que fecho os olhos”, isso parece Amor. Romântico...
            Só que – para a tristeza geral da mulherada - são só músicas de alguém que usou o seu eu poético para dizer coisas que queria que fosse verdade, a não ser que sejam autobiográficas. Porque na maioria das vezes, o eu real está ferido, cansou-se de procurar esse ser que na verdade só habita o tão famoso – e não tão bom – campo das idéias de Platão. Lamentável - porque todo ser humano quer AMAR. Amar perdidamente. Se perder e se encontrar. Sem se preocupar com convenções.
            Todos os seres humanos, todos, sem exceção - por mais que digam o contrário – querem, sonham em encontrar essa pessoa singular, que seja só dela. Exclusividade. Peça rara.
            Semelhantemente conta a mitologia grega que há muitos milênios existiam as almas gêmeas. Essa civilização era habitada por seres míticos, seres possuindo quatro braços, quatro pernas, duas cabeças, dois troncos, sendo um feminino e outro masculino, entretanto, possuíam apenas uma alma. Eles viviam com tanto amor e harmonia que os próprios deuses do Olimpo ficaram com inveja e lançaram uma chuva com muitos trovões e raios sobre eles, de maneira que foram atingidos brutalmente. E se viram separados os corpos femininos dos corpos masculinos e suas almas ao meio. Nessa confusão gigantesca, os corpos foram carregados pela correnteza e assim, tristemente, se perderam um dos outros. E depois de alguns dias de chuva, cada ser – agora separado – colocou-se em busca de sua outra metade, a sua “alma gêmea”.
             História tristonha. Mas é daí que vem a idéia de que somos incompletos, de que nos falta um pedaço e por isso crescemos e vivemos – dia-a-dia – em busca dessa nossa metade. A nossa alma gêmea. Todos. Todos esperam algum dia encontrar sua alma gêmea. Muitas vezes por medo, por muito já terem procurado se entristecem e não assumem essa verdade. Mas é verdade, queiram eles ou não. Andamos a procura de alguém que nos queira tanto bem que até nos deixe tímidos. Sonho? Se existe? Não sei. Me diga você. Já tem a sua alma gêmea? Eu ando, corro a procurar a minha e até da “perfeição” já abri mão, basta amar-me e que “seja bom pra mim”, kkkkk!!!
             Talvez sejam só palavras de mais um eu poético, ou não, vai saber!!!

Bj gigante!!!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Um Blog?!?! Kkkk!

             Uma amiga, digo, duas amigas (Elzinha e Rosa Amélia) para as quais li minhas escrevinhações me falaram pra eu criar um blog. Um blog? A primeira vista: estranheza. A segunda vista: curisiosidade. Terceira vista, já sabem né, desejo, e aqui estou!
Mas o meu maior medo, era semelhante ao de Juliet do filme Julie & Julia (2009) – lembrando aqui que o filme é baseado em um livro que conta duas histórias (verdadeiras) narradas por uma das donas: Julie Powell, e é muito bom por sinal. Na história a personagem Julie (Amy Adams) é instigada – como eu, kkkkk – a criar um blog relatando suas experiências culinárias diárias, ao fazer uma receita por dia do livro de sua mestre cuca favorita, a protagonista Júlia (Meryl Streep).
            O medo? De que ninguém a lesse. Pra que um blog se ninguém ler? Sorte dela que tinha - inicialmente - pelo menos a mãe para lê-la e eu??? Minha mãe sequer sabe ligar um PC, kkkk. Medo semelhante tenta afugentar a minha ousadia de “escrevinhar” nesse blog.
Mas minhas amigas disseram com tanta veemência. Eu me encorajei. Mais ainda quando comentei com outra super amiga que estava em dúvida no que eu iria escrever, ela disse: esse não será o seu problema, kkkk!
             Gente!!! Fala sério?! Algumas pessoinhas – que gostam de mim, claro – acham que seria válido fazer esse blog, então esse texto nada mais é que uma amostra simples, mortificada de medo e mais ainda, um pedido de que me critiquem, me dêem sugestões, mas que me leiam!
Eu e aquelas que acreditaram e apoiaram essa idéia, agradecemos.

Ps: Semelhante ao filme, digo, literalmente copiado:
Meus leitores, se vocês estão aí, dêem-me sinal de vida!!!

Bj grande,

Eliane Letras